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Bacharel em Direito
Carmem Lúcia
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Carmem Lúcia
Comentário ·
há 10 anos
Entenda como funcionam as regras de Pensão Alimentícia
Jucineia Prussak
·
há 10 anos
É de livre tratamento, depende dos termos do acordo ou sentença homologada pelo juiz.
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Carmem Lúcia
Comentário ·
há 10 anos
Um caso de parricídio
Canal Ciências Criminais
·
há 10 anos
Parricídio á assassinar o pai. Matricídio, assassinar a mãe.
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Carmem Lúcia
Comentário ·
há 10 anos
Um caso de parricídio
Canal Ciências Criminais
·
há 10 anos
a mentalidade baseada num pré-conceito não permite entender o óbvio: trata-se de uma relação homoafetiva.
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Wagner Francesco ⚖
Comentário ·
há 11 anos
Homem raspa cabelo da filha de 12 anos e é preso na Serra, ES
Glauco de Sa
·
há 11 anos
Como dizia Gabriel, o Pensador:
"E tem outra espécie de FDP que me emputece:
É o pai desnaturado, machão frustrado, que se esquece
De que o tempo das cavernas já passou
E bate na família quando não devia nem bater com uma flor
Na mulher, nas crianças, mostrando toda a autoridade
De um homem primata no seu machismo covarde."
E como diz o psicólogo Alvino Augusto de Sá
“Os cuidados paternos para com a saúde do lar devem ser redobrados, principalmente se se pensar que as violências praticadas no lar tendem a servir de paradigmas para outras violências a serem praticadas no meio social”.
Educar na porrada é coisa de pai que não tem autoridade moral.
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Cleimar Ardengue
Comentário ·
há 11 anos
Cultura do “vê e finge que não viu”
João Batista Sabino
·
há 11 anos
Sei os contratempos que dá ser testemunha, precisar se ausentar do serviço, gastar gasolina até o fórum, estar diante da juíza, entre as duas partes que se entreolham e se questionam (e me questionam). Eu entendo quem prefere se esconder, mas não faria isso, não sou advogado, mas luto pela justiça nesse país triste, como um bom cidadão.
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Mauren Cely durante
Comentário ·
há 11 anos
Cultura do “vê e finge que não viu”
João Batista Sabino
·
há 11 anos
Caríssimo excelente e apropriado conteúdo! Está de parabéns quando trás a tona esse tipo de tema onde pessoas estão carentes de assumir suas responsabilidades perante a civilidade! Quando, de fato, entramos em contato com algum tipo de acontecimento que fere um indivíduo de maneira tão injusta, é obrigação de todos, a partir do momento da observação, nos responsabilizarmos pelo evento. Portanto nós todos estamos muito necessitados de "Tácios" para resguardar "Joãos". Eu reputo que seja uma obrigação de cunho humanitário, ético, moral e de amor ao próximo. Pois muito bem o próprio Dr. João Batista contrapôs, amanhã o "João" poderá ser um de nós mesmos!!!!
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